A bula do Optibex / Glufosinato 880 SG NGC CI é indispensável para produtores que buscam informações técnicas sobre este herbicida registrado no MAPA. Desenvolvido pela Syncrom, o produto contém Glufosinato – sal de amônio (880 g/kg) em formulação de granulado solúvel (SG), atuando de forma não seletiva com ação total no manejo de plantas daninhas.
Neste artigo, você encontrará os principais pontos da bula oficial, incluindo composição, classificação, modo de ação e recomendações de uso.
Dados Gerais
- Nome Técnico: Glufosinato – Sal de amônio
- Registro MAPA: 7124
- Empresa Registrante: Syncrom
Composição do Produto
| Ingrediente Ativo | Concentração |
|---|---|
| Glufosinato – Sal de amônio | 880 g/kg |
Classificação
| Categoria | Informação |
|---|---|
| Técnica de Aplicação | Terrestre / Aérea |
| Classe Agronômica | Herbicida |
| Classe Toxicológica | 4 – Produto pouco tóxico |
| Classe Ambiental | III – Produto perigoso |
| Inflamabilidade | Não inflamável |
| Corrosividade | Não corrosivo |
| Formulação | Granulado Solúvel (SG) |
| Modo de Ação | Não seletivo, Ação total |
| Agricultura Orgânica | Não autorizado |
Como funciona o Optibex / Glufosinato 880 SG NGC CI
A bula ressalta que o glufosinato – sal de amônio é um herbicida de ação total e não seletiva, atuando predominantemente por contato. Seu mecanismo de ação é a inibição da glutamina sintetase, levando ao acúmulo de amônia nas células vegetais, colapso das membranas e dessecação rápida das plantas daninhas sensíveis. O controle é mais eficiente quando aplicado sobre plantas em ativo crescimento e com boa cobertura de calda.
📑 Se você deseja baixar a bula oficial do Optibex / Glufosinato 880 SG NGC CI, clique aqui.
Conclusão
O acesso à bula do Optibex / Glufosinato 880 SG NGC CI é fundamental para garantir o uso correto e seguro do herbicida. A orientação de um engenheiro agrônomo é essencial para definir dose, momento de aplicação e integração com outras práticas de manejo.
Além disso, recomenda-se inserir o produto em programas de Manejo Integrado de Plantas Daninhas (MIPD), combinando práticas culturais e a rotação de mecanismos de ação. Essa abordagem reduz o risco de resistência, melhora a eficiência do controle e fortalece a sustentabilidade da produção agrícola.
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