Bula do Romeo SC CI: informações completas sobre Cerevisane

A bula do Romeo SC CI é essencial para agricultores que buscam informações detalhadas sobre este fungicida registrado no MAPA. Produzido pela Bio Springer, o produto contém Cerevisane (100 g/L) em formulação de suspensão concentrada (SC), atuando como ativador de plantas no manejo de doenças fúngicas em diversas culturas.

Neste artigo, você encontrará os principais pontos da bula oficial, incluindo composição, classificação, modo de ação e recomendações de uso.

Dados Gerais

  • Nome Técnico: Cerevisane
  • Registro MAPA: 8520
  • Empresa Registrante: Bio Springer

Composição do Produto

Ingrediente Ativo Concentração
Cerevisane 100 g/L

Classificação

Categoria Informação
Técnica de Aplicação Terrestre / Aérea
Classe Agronômica Fungicida
Classe Toxicológica Não classificado
Classe Ambiental IV – Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade Não inflamável
Corrosividade Não corrosivo
Formulação Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação Ativador de plantas
Agricultura Orgânica Não autorizado

Como funciona o Romeo SC CI

A bula do Romeo SC CI destaca que o Cerevisane é um produto biotecnológico que atua como indutor natural de resistência nas plantas. Seu modo de ação é baseado na ativação das defesas fisiológicas, estimulando a produção de compostos de defesa como fitoalexinas e enzimas antioxidantes, que fortalecem a planta contra patógenos.

Diferente dos fungicidas convencionais, o Romeo não atua diretamente sobre o fungo, mas ativa o sistema imunológico da planta, tornando-o uma ferramenta essencial dentro de programas de manejo sustentável e integrado de doenças.

📑 Se você deseja baixar a bula oficial do Romeo SC CI, clique aqui.

Conclusão

O acesso à bula do Romeo SC CI é essencial para garantir o uso correto e eficiente do ativador de plantas. A recomendação de um engenheiro agrônomo é importante para definir as doses, o momento de aplicação e a integração com outras estratégias de manejo.

Além disso, o Romeo SC CI deve ser utilizado dentro de programas de Manejo Integrado de Doenças (MID), em conjunto com produtos biológicos e práticas culturais. Essa estratégia potencializa a resistência natural das plantas e contribui para uma agricultura mais sustentável e resiliente.

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