bula do Actelliclambda CI

A bula do Actelliclambda CI apresenta as informações técnicas essenciais sobre este inseticida de contato e ingestão, indicado para o controle de pragas em grãos armazenados e produtos no período de pós-colheita. O produto é registrado pela Syngenta e formulado como Suspensão de Encapsulado (CS), tendo como ingrediente ativo a lambda-cialotrina.

O Actelliclambda CI é amplamente utilizado em programas de manejo de pragas de armazenamento, proporcionando efeito residual prolongado e elevada eficiência no controle de insetos quando aplicado conforme as recomendações técnicas e a bula oficial.

Dados gerais do produto

  • Nome técnico: Lambda-cialotrina
  • Registro MAPA: 9609
  • Empresa registrante: Syngenta

Composição

Ingrediente ativo Concentração
Lambda-cialotrina 50 g/L

Classificação

Categoria Descrição
Técnica de aplicação Tratamento de grãos armazenados, Pós-colheita / Produtos armazenados
Classe agronômica Inseticida
Classe toxicológica 4 – Produto pouco tóxico
Classe ambiental II – Produto muito perigoso
Inflamabilidade Não inflamável
Corrosividade Não corrosivo
Formulação Suspensão de Encapsulado (CS)
Modo de ação Contato, Ingestão
Agricultura orgânica Não

Modo de ação do Actelliclambda CI

O Actelliclambda CI pertence ao grupo dos piretroides sintéticos e atua interferindo no funcionamento dos canais de sódio das membranas nervosas dos insetos. Essa ação provoca despolarização prolongada dos neurônios, levando à hiperexcitação, paralisia e morte das pragas. A tecnologia de microencapsulamento da formulação CS permite liberação gradual do ingrediente ativo, aumentando o período de proteção dos grãos armazenados.

Consulta da bula oficial

Para verificar a bula oficial, informações legais e culturas registradas, consulte o sistema Agrofit do Ministério da Agricultura:


Consultar bula no Agrofit (MAPA)

Considerações finais

O Actelliclambda CI é uma ferramenta importante no manejo de pragas em sistemas de armazenamento, contribuindo para a preservação da qualidade e do valor comercial dos grãos. Apesar de apresentar baixa toxicidade aguda, possui alto potencial de impacto ambiental, devendo ser utilizado com rigor técnico, respeitando as doses recomendadas, períodos de reentrada e boas práticas de segurança, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.

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