A bula do Bovenat é indispensável para agricultores que buscam informações técnicas sobre este inseticida e acaricida microbiológico registrado no MAPA. Produzido pela Bionat, o produto contém Beauveria bassiana, cepa IBCB 66 (1 x 10¹⁰ UFC/g p.c. – 110 g/kg) em formulação de pó molhável (WP).
Com ação como agente biológico de controle, o Bovenat é aprovado para uso em agricultura orgânica, sendo uma ferramenta estratégica no manejo sustentável de pragas.
Neste artigo, você encontrará os principais pontos da bula oficial, incluindo composição, classificação, modo de ação e recomendações de uso.
Dados Gerais
- Nome Técnico: Beauveria bassiana cepa IBCB 66
- Registro MAPA: 43419
- Empresa Registrante: Bionat
Composição do Produto
- Beauveria bassiana, isolado IBCB 66: 110 g/kg (1 x 10¹⁰ UFC/g p.c.)
Classificação
- Técnica de Aplicação: Terrestre
- Classe Agronômica: Inseticida microbiológico, Acaricida microbiológico
- Classe Toxicológica: 5 – Produto improvável de causar dano agudo
- Classe Ambiental: IV – Produto pouco perigoso ao meio ambiente
- Inflamabilidade: Não inflamável
- Corrosividade: Não corrosivo
- Formulação: Pó molhável (WP)
- Modo de Ação: Agente biológico de controle
- Agricultura Orgânica: Sim autorizado
Como funciona o Bovenat
A bula do Bovenat destaca que o produto atua como agente biológico de controle, utilizando o fungo entomopatogênico Beauveria bassiana para infectar insetos e ácaros. Os esporos aderem à cutícula das pragas, germinam e penetram no hospedeiro, levando à sua morte.
Esse modo de ação natural torna o Bovenat uma alternativa sustentável e eficaz para o Manejo Integrado de Pragas (MIP), reduzindo a dependência de inseticidas químicos e preservando inimigos naturais.
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Conclusão
O acesso à bula do Bovenat é essencial para garantir o uso correto e seguro do inseticida microbiológico. A recomendação de um engenheiro agrônomo é indispensável para definir doses, formas de aplicação e estratégias de integração no manejo agrícola.
Além disso, o produto deve ser utilizado como parte de programas de MIP, combinando práticas culturais e outros métodos de controle. Essa abordagem ajuda a reduzir resistência, melhorar a eficiência do controle e fortalecer a sustentabilidade da agricultura, especialmente em sistemas orgânicos.