A bula do Koji CI reúne as principais informações técnicas deste fungicida microbiológico à base de Trichoderma harzianum Cepa IB 19/17, registrado pela Toyobo. O produto é indicado para aplicação terrestre, sendo utilizado no manejo biológico de doenças causadas por fungos fitopatogênicos.
O Koji CI apresenta formulação em Pó molhável (WP), devendo ser diluído em água para preparo da calda e aplicação uniforme conforme recomendação técnica.
Dados gerais do produto
- Nome técnico: Trichoderma harzianum Cepa IB 19/17
- Registro MAPA: 41824
- Empresa registrante: Toyobo
Composição
| Ingrediente ativo | Concentração |
|---|---|
| Trichoderma harzianum Cepa IB19/17 | 50 g/kg |
Classificação
| Categoria | Descrição |
|---|---|
| Técnica de aplicação | Terrestre |
| Classe agronômica | Fungicida |
| Classe toxicológica | 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo |
| Classe ambiental | IV – Produto pouco perigoso ao meio ambiente |
| Inflamabilidade | Não inflamável |
| Corrosividade | Não corrosivo |
| Formulação | Pó molhável (WP) |
| Modo de ação | Contato, Microbiológico |
| Agricultura orgânica | Sim |
Modo de ação
O Koji CI é um fungicida microbiológico que utiliza o fungo benéfico Trichoderma harzianum para atuar no controle de patógenos de solo e parte aérea. O microrganismo compete por espaço e nutrientes, produz enzimas e metabólitos antifúngicos e pode parasitar fungos fitopatogênicos, reduzindo sua capacidade de infecção.
Por se tratar de produto biológico e com classificação ambiental IV, apresenta baixo impacto ao meio ambiente quando utilizado conforme recomendação técnica. Pode ser integrado a programas de manejo integrado de doenças e sistemas de produção sustentável.
Consulta da bula oficial
Para verificar culturas registradas, alvos biológicos, doses recomendadas e demais orientações técnicas, consulte o sistema Agrofit:
Consultar bula no Agrofit (MAPA)
Considerações finais
O Koji CI é uma ferramenta relevante no manejo biológico de doenças, contribuindo para sistemas produtivos mais sustentáveis. Recomenda-se sempre o acompanhamento de um engenheiro agrônomo e a integração com boas práticas agrícolas.
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