bula do Kusti CI

A bula do Kusti CI reúne as principais informações técnicas deste inseticida à base de lambda-cialotrina, registrado pela Syngenta. O produto é indicado para aplicações aéreas e terrestres, sendo utilizado no manejo de insetos-praga em diversas culturas agrícolas.

O Kusti CI apresenta formulação em Suspensão de Encapsulado (CS), tecnologia que permite liberação gradual do ingrediente ativo, devendo ser diluído em água para preparo da calda e aplicação uniforme conforme recomendação técnica.

Dados gerais do produto

  • Nome técnico: Lambda-cialotrina
  • Registro MAPA: 31322
  • Empresa registrante: Syngenta

Composição

Ingrediente ativo Concentração
Lambda-cialotrina 250 g/L

Classificação

Categoria Descrição
Técnica de aplicação Aérea, Terrestre
Classe agronômica Inseticida
Classe toxicológica 3 – Produto Moderadamente Tóxico
Classe ambiental I – Produto altamente perigoso
Inflamabilidade Não inflamável
Corrosividade Não corrosivo
Formulação Suspensão de Encapsulado (CS)
Modo de ação Contato, Ingestão
Agricultura orgânica Não

Modo de ação

O Kusti CI pertence ao grupo dos piretroides sintéticos. A lambda-cialotrina atua sobre os canais de sódio das células nervosas dos insetos, prolongando sua abertura e causando hiperexcitação, paralisia e morte do inseto. A ação ocorre principalmente por contato e ingestão.

Por apresentar alta toxicidade ambiental (Classe I), é essencial adotar medidas rigorosas para evitar contaminação de corpos d’água e impactos sobre organismos não alvo. O uso deve seguir estritamente as recomendações técnicas da bula, incluindo equipamentos de proteção individual e boas práticas de aplicação.

Consulta da bula oficial

Para verificar culturas registradas, pragas controladas, doses recomendadas, intervalos de segurança e demais orientações técnicas, consulte o sistema Agrofit:


Consultar bula no Agrofit (MAPA)

Considerações finais

O Kusti CI é uma ferramenta eficiente no controle de insetos-praga, devendo ser utilizado de forma técnica e responsável para garantir eficácia e segurança ambiental. Recomenda-se sempre o acompanhamento de um engenheiro agrônomo e a adoção de estratégias de manejo de resistência.

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