bula do Kyojin CI

A bula do Kyojin CI reúne as principais informações técnicas deste herbicida seletivo à base de piroxasulfona e flumioxazina, registrado pela Iharabras. O produto é indicado para aplicação terrestre, sendo utilizado no manejo de plantas daninhas em diferentes culturas agrícolas.

O Kyojin CI apresenta formulação em Suspensão Concentrada (SC), devendo ser diluído em água para preparo da calda e aplicação uniforme conforme recomendação técnica.

Dados gerais do produto

  • Nome técnico: Piroxasulfona; Flumioxazina
  • Registro MAPA: 15420
  • Empresa registrante: Iharabras

Composição

Ingrediente ativo Concentração
Piroxasulfona 300 g/L
Flumioxazina 200 g/L

Classificação

Categoria Descrição
Técnica de aplicação Terrestre
Classe agronômica Herbicida
Classe toxicológica 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe ambiental III – Produto perigoso
Inflamabilidade Não inflamável
Corrosividade Não corrosivo
Formulação Suspensão Concentrada (SC)
Modo de ação Seletivo, Contato, Sistêmico
Agricultura orgânica Não

Modo de ação

O Kyojin CI combina dois mecanismos de ação complementares. A piroxasulfona atua principalmente inibindo a biossíntese de ácidos graxos de cadeia muito longa, afetando a formação de membranas celulares nas plantas daninhas em germinação. Já a flumioxazina é um inibidor da enzima PPO, promovendo acúmulo de compostos fototóxicos que causam necrose rápida nos tecidos vegetais.

Essa associação amplia o espectro de controle e contribui para manejo eficiente em aplicações pré e pós-emergentes, conforme recomendação técnica. Devido à classificação ambiental III, é fundamental seguir rigorosamente as orientações da bula e adotar estratégias de manejo de resistência.

Consulta da bula oficial

Para verificar culturas registradas, plantas daninhas controladas, doses recomendadas e demais orientações técnicas, consulte o sistema Agrofit:


Consultar bula no Agrofit (MAPA)

Considerações finais

O Kyojin CI é uma ferramenta estratégica no manejo integrado de plantas daninhas, contribuindo para maior eficiência do sistema produtivo quando utilizado de forma técnica e responsável. Recomenda-se sempre o acompanhamento de um engenheiro agrônomo e a rotação de mecanismos de ação.

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