A bula do K-Zon CI reúne as principais informações técnicas deste herbicida de contato à base de carfentrazona-etílica, registrado pela Ouro Fino. O produto é indicado para aplicações aéreas e terrestres, sendo utilizado no manejo de plantas daninhas em pós-emergência.
O K-Zon CI apresenta formulação em Concentrado Emulsionável (EC), devendo ser diluído em água para preparo da calda e aplicação uniforme sobre a parte aérea das plantas daninhas conforme recomendação técnica.
Dados gerais do produto
- Nome técnico: Carfentrazona-etílica
- Registro MAPA: 36123
- Empresa registrante: Ouro Fino
Composição
| Ingrediente ativo | Concentração |
|---|---|
| Carfentrazona-etílica | 400 g/L |
Classificação
| Categoria | Descrição |
|---|---|
| Técnica de aplicação | Aérea, Terrestre |
| Classe agronômica | Herbicida |
| Classe toxicológica | 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo |
| Classe ambiental | II – Produto muito perigoso |
| Inflamabilidade | Não inflamável |
| Corrosividade | Não corrosivo |
| Formulação | Concentrado Emulsionável (EC) |
| Modo de ação | Pós-emergência, Seletivo condicional, Não sistêmico |
| Agricultura orgânica | Não |
Modo de ação
O K-Zon CI pertence ao grupo dos inibidores da enzima PPO (protoporfirinogênio oxidase). A carfentrazona-etílica atua por contato, promovendo acúmulo de compostos fototóxicos que causam rápida destruição das membranas celulares e necrose dos tecidos das plantas daninhas.
Por ser um herbicida não sistêmico, seu desempenho depende de boa cobertura da aplicação. Devido à classificação ambiental II, é fundamental seguir rigorosamente as recomendações técnicas da bula e adotar medidas para evitar deriva e contaminação ambiental.
Consulta da bula oficial
Para verificar culturas registradas, plantas daninhas controladas, doses recomendadas e demais orientações técnicas, consulte o sistema Agrofit:
Consultar bula no Agrofit (MAPA)
Considerações finais
O K-Zon CI é uma ferramenta importante no manejo integrado de plantas daninhas em pós-emergência, contribuindo para maior eficiência do sistema produtivo quando utilizado de forma técnica e responsável. Recomenda-se sempre o acompanhamento de um engenheiro agrônomo e a adoção de estratégias de manejo de resistência.
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