bula do Lifeline-Sync CI

A bula do Lifeline-Sync CI reúne as principais informações técnicas deste herbicida à base de glufosinato – sal de amônio e S-metolacloro, registrado pela UPL. O produto é indicado para aplicações terrestres e aéreas, oferecendo controle em pós e pré-emergência de plantas daninhas.

O Lifeline-Sync CI apresenta formulação em Emulsão Óleo em Água (EW), tecnologia que favorece melhor estabilidade da calda e distribuição uniforme do produto sobre o alvo.

Dados gerais do produto

  • Nome técnico: Glufosinato – sal de amônio; S-metolacloro
  • Registro MAPA: 12520
  • Empresa registrante: UPL

Composição

Ingrediente ativo Concentração
Glufosinato – sal de amônio 128 g/L
S-metolacloro 300 g/L

Classificação

Categoria Descrição
Técnica de aplicação Terrestre, Aérea
Classe agronômica Herbicida
Classe toxicológica 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe ambiental II – Produto muito perigoso
Inflamabilidade Não inflamável
Corrosividade Não corrosivo
Formulação Emulsão Óleo em Água (EW)
Modo de ação Sistêmico, Ação total, Não seletivo
Agricultura orgânica Não

Modo de ação

O Lifeline-Sync CI combina dois mecanismos complementares de ação. O glufosinato atua por contato, inibindo a enzima glutamina sintetase, o que provoca acúmulo de amônia nos tecidos vegetais e rápida necrose das plantas suscetíveis.

O S-metolacloro atua principalmente em pré-emergência, sendo absorvido por plântulas em germinação e interferindo na divisão e elongação celular. Essa associação proporciona ação total sobre plantas já emergidas e efeito residual no solo para controle de novos fluxos de emergência. Devido à classificação ambiental II, o uso deve seguir rigorosamente as recomendações técnicas e ambientais.

Consulta da bula oficial

Para verificar culturas registradas, plantas daninhas controladas, doses recomendadas e demais orientações técnicas, consulte o sistema Agrofit:


Consultar bula no Agrofit (MAPA)

Considerações finais

O Lifeline-Sync CI é uma solução estratégica no manejo de plantas daninhas, oferecendo controle pós e pré-emergente. Recomenda-se sua utilização dentro de programas de manejo de resistência e sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo, respeitando as normas de segurança e ambientais.

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