A bula do Lifter CI reúne as principais informações técnicas deste herbicida à base de 2,4-D e glifosato, registrado pela CTVA Proteção de Cultivos. O produto é indicado para aplicação terrestre, sendo utilizado no manejo de plantas daninhas em pós-emergência.
O Lifter CI apresenta formulação em Concentrado Solúvel (SL), devendo ser diluído em água para preparo da calda e aplicação uniforme sobre a parte aérea das plantas alvo.
Dados gerais do produto
- Nome técnico: 2,4-D; Glifosato
- Registro MAPA: 31517
- Empresa registrante: CTVA Proteção de Cultivos
Composição
| Ingrediente ativo | Concentração |
|---|---|
| Glifosato | 259,66 g/L |
| 2,4-D | 285,92 g/L |
Classificação
| Categoria | Descrição |
|---|---|
| Técnica de aplicação | Terrestre |
| Classe agronômica | Herbicida |
| Classe toxicológica | 4 – Produto Pouco Tóxico |
| Classe ambiental | III – Produto perigoso |
| Inflamabilidade | Não inflamável |
| Corrosividade | Não corrosivo |
| Formulação | Concentrado Solúvel (SL) |
| Modo de ação | Sistêmico |
| Agricultura orgânica | Não |
Modo de ação
O Lifter CI combina dois mecanismos sistêmicos de ação. O glifosato inibe a enzima EPSPS, essencial na síntese de aminoácidos aromáticos, comprometendo o crescimento e desenvolvimento das plantas daninhas.
O 2,4-D, pertencente ao grupo das auxinas sintéticas, provoca crescimento desordenado dos tecidos vegetais, levando à desorganização fisiológica e morte das plantas suscetíveis. A associação amplia o espectro de controle, especialmente sobre plantas de folhas largas. Apesar da classificação toxicológica 4, apresenta classificação ambiental III, exigindo uso responsável e respeito às boas práticas agrícolas.
Consulta da bula oficial
Para verificar culturas registradas, plantas daninhas controladas, doses recomendadas e demais orientações técnicas, consulte o sistema Agrofit:
Consultar bula no Agrofit (MAPA)
Considerações finais
O Lifter CI é uma ferramenta estratégica no manejo de plantas daninhas em pós-emergência, devendo ser utilizado de forma técnica e integrado a programas de manejo de resistência. Recomenda-se sempre o acompanhamento de um engenheiro agrônomo e o cumprimento das normas de segurança e ambientais.
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