A bula do Acefato CCAB 970 SG CI apresenta as informações técnicas essenciais sobre este inseticida sistêmico, indicado para o controle de insetos-praga em aplicações terrestres. O produto é registrado pela CCAB Agro e formulado como Granulado Solúvel (SG), tendo como ingrediente ativo o acefato.
O Acefato CCAB 970 SG CI é amplamente utilizado em programas de manejo integrado de pragas, proporcionando controle eficiente por ação sistêmica, de contato e ingestão quando aplicado conforme as recomendações técnicas e a bula oficial.
Dados gerais do produto
- Nome técnico: Acefato
- Registro MAPA: 42125
- Empresa registrante: CCAB Agro
Composição
| Ingrediente ativo | Concentração |
|---|---|
| Acefato | 970 g/kg |
Classificação
| Categoria | Descrição |
|---|---|
| Técnica de aplicação | Terrestre |
| Classe agronômica | Inseticida |
| Classe toxicológica | 4 – Produto pouco tóxico |
| Classe ambiental | Conforme aprovado pelo órgão responsável pelo meio ambiente – IBAMA/MMA |
| Inflamabilidade | Não inflamável |
| Corrosividade | Não corrosivo |
| Formulação | Granulado Solúvel (SG) |
| Modo de ação | Sistêmico, Contato, Ingestão |
| Agricultura orgânica | Não |
Modo de ação do Acefato CCAB 970 SG CI
O Acefato CCAB 970 SG CI atua por contato, ingestão e ação sistêmica. Após a aplicação, o ingrediente ativo é rapidamente absorvido pelas plantas e translocado para os tecidos, atingindo os insetos durante a alimentação. Seu mecanismo de ação baseia-se na inibição da enzima acetilcolinesterase, causando acúmulo de acetilcolina nas sinapses nervosas, levando à hiperexcitação, paralisia e morte dos insetos sensíveis.
Consulta da bula oficial
Para verificar a bula oficial, informações legais e culturas registradas, consulte o sistema Agrofit do Ministério da Agricultura:
Consultar bula no Agrofit (MAPA)
Considerações finais
O Acefato CCAB 970 SG CI é uma ferramenta eficiente no manejo de insetos-praga em diversas culturas agrícolas. Seu uso deve seguir rigorosamente as recomendações da bula, com adoção de equipamentos de proteção individual e práticas adequadas de manejo, visando garantir a segurança do aplicador, a eficácia do controle e a sustentabilidade do sistema produtivo, sempre com orientação de um engenheiro agrônomo.
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