Bula do Takumi CI: informações completas

A bula do Takumi é indispensável para agricultores que buscam informações técnicas sobre este inseticida registrado no MAPA. Produzido pela Nichino, o produto contém Flubendiamida (222 g/L) em formulação de suspensão concentrada (SC).
Com ação por contato e ingestão, o Takumi é indicado para o controle de pragas agrícolas, principalmente lagartas, oferecendo eficácia no manejo integrado.
Neste artigo, você encontrará os principais pontos da bula oficial, incluindo composição, classificação, modo de ação e recomendações de uso.

Dados Gerais

  • Nome Técnico: Flubendiamida
  • Registro MAPA: 16320
  • Empresa Registrante: Nichino

Composição do Produto

  • Flubendiamida: 222 g/L

Classificação

  • Técnica de Aplicação: Terrestre / Aérea
  • Classe Agronômica: Inseticida
  • Classe Toxicológica: 5 – Produto improvável de causar dano agudo
  • Classe Ambiental: III – Produto perigoso
  • Inflamabilidade: Não inflamável
  • Corrosividade: Não corrosivo
  • Formulação: Suspensão Concentrada (SC)
  • Modo de Ação: Contato, Ingestão
  • Agricultura Orgânica: Não autorizado

Como funciona o Takumi

A bula do Takumi informa que o inseticida atua por contato e ingestão, sendo especialmente eficaz contra lagartas. O ingrediente ativo Flubendiamida age como modulador dos canais de cálcio nos músculos das pragas, causando paralisia e morte em pouco tempo.
Essa ação específica garante maior eficiência no controle e auxilia na preservação de inimigos naturais quando usado de forma estratégica dentro do manejo.

📑 Se você deseja baixar a bula oficial do Takumi, clique aqui

Conclusão

O acesso à bula do Takumi é fundamental para garantir o uso seguro e eficiente do inseticida. A recomendação de um engenheiro agrônomo é essencial para definir doses, intervalos de aplicação e estratégias adequadas de manejo.
Além disso, o Takumi deve ser utilizado dentro de programas de Manejo Integrado de Pragas (MIP), alternando modos de ação e integrando boas práticas agrícolas. Essa abordagem ajuda a reduzir o risco de resistência, prolongar a eficácia e fortalecer a sustentabilidade agrícola.

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