bula do Acefato CCAB 950 SG CI

A bula do Acefato CCAB 950 SG CI apresenta as informações técnicas essenciais sobre este inseticida sistêmico, indicado para o controle de insetos-praga em aplicações terrestres. O produto é registrado pela CCAB Agro e formulado como Granulado Solúvel (SG), tendo como ingrediente ativo o acefato.

O Acefato CCAB 950 SG CI é amplamente utilizado em programas de manejo integrado de pragas, proporcionando controle eficiente por ação sistêmica, de contato e ingestão quando aplicado conforme as recomendações técnicas e a bula oficial.

Dados gerais do produto

  • Nome técnico: Acefato
  • Registro MAPA: 26024
  • Empresa registrante: CCAB Agro

Composição

Ingrediente ativo Concentração
Acefato 950 g/kg

Classificação

Categoria Descrição
Técnica de aplicação Terrestre
Classe agronômica Inseticida
Classe toxicológica 4 – Produto pouco tóxico
Classe ambiental II – Produto muito perigoso
Inflamabilidade Não inflamável
Corrosividade Não corrosivo
Formulação Granulado Solúvel (SG)
Modo de ação Sistêmico, Contato, Ingestão
Agricultura orgânica Não

Modo de ação do Acefato CCAB 950 SG CI

O Acefato CCAB 950 SG CI atua por contato, ingestão e ação sistêmica. Após a aplicação, o ingrediente ativo é rapidamente absorvido e translocado pelos tecidos vegetais, atingindo os insetos durante a alimentação. O acefato inibe a enzima acetilcolinesterase no sistema nervoso dos insetos, provocando acúmulo de acetilcolina, descontrole neuromuscular, paralisia e morte dos organismos sensíveis.

Consulta da bula oficial

Para verificar a bula oficial, informações legais e culturas registradas, consulte o sistema Agrofit do Ministério da Agricultura:


Consultar bula no Agrofit (MAPA)

Considerações finais

O Acefato CCAB 950 SG CI é uma ferramenta eficiente no manejo de insetos-praga em diversas culturas agrícolas. Entretanto, devido ao seu elevado potencial de impacto ambiental, seu uso deve seguir rigorosamente as recomendações da bula, com adoção de equipamentos de proteção individual e práticas de manejo responsável. A aplicação deve sempre ocorrer sob orientação de um engenheiro agrônomo, garantindo segurança, eficácia e sustentabilidade no sistema produtivo.

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