A bula do Acefato Fersol 750 SP CI apresenta as informações técnicas essenciais sobre este inseticida e acaricida sistêmico, indicado para o controle de pragas em aplicações terrestres e em tratamento de sementes. O produto é registrado pela Ameribrás e formulado como Pó Solúvel (SP), tendo como ingrediente ativo o acefato.
O Acefato Fersol 750 SP CI é amplamente utilizado em programas de manejo de pragas agrícolas, proporcionando controle eficiente por ação sistêmica, de contato e ingestão quando aplicado conforme as recomendações técnicas e a bula oficial.
Dados gerais do produto
- Nome técnico: Acefato
- Registro MAPA: 458294
- Empresa registrante: Ameribrás
Composição
| Ingrediente ativo | Concentração |
|---|---|
| Acefato | 750 g/kg |
Classificação
| Categoria | Descrição |
|---|---|
| Técnica de aplicação | Terrestre, Tratamento de sementes |
| Classe agronômica | Acaricida, Inseticida |
| Classe toxicológica | 4 – Produto pouco tóxico |
| Classe ambiental | III – Produto perigoso |
| Inflamabilidade | Não inflamável |
| Corrosividade | Não corrosivo |
| Formulação | Pó solúvel (SP) |
| Modo de ação | Sistêmico, Contato, Ingestão |
| Agricultura orgânica | Não |
Modo de ação do Acefato Fersol 750 SP CI
O Acefato Fersol 750 SP CI atua por contato, ingestão e ação sistêmica. Após a aplicação, o acefato é absorvido e translocado pelos tecidos vegetais, atingindo os insetos e ácaros durante a alimentação. Seu mecanismo de ação baseia-se na inibição da enzima acetilcolinesterase, provocando acúmulo de acetilcolina no sistema nervoso, resultando em hiperexcitação, paralisia e morte dos organismos sensíveis.
Consulta da bula oficial
Para verificar a bula oficial, informações legais e culturas registradas, consulte o sistema Agrofit do Ministério da Agricultura:
Consultar bula no Agrofit (MAPA)
Considerações finais
O Acefato Fersol 750 SP CI é uma ferramenta eficaz no manejo de pragas agrícolas, tanto em aplicações foliares quanto no tratamento de sementes. Seu uso deve seguir rigorosamente as recomendações da bula, respeitando doses, intervalos de segurança e boas práticas agrícolas, sempre com a orientação de um engenheiro agrônomo, garantindo eficiência, segurança ao aplicador e sustentabilidade do sistema produtivo.
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