bula do Acefato Max Nortox CI

A bula do Acefato Max Nortox CI apresenta as informações técnicas essenciais sobre este inseticida sistêmico, indicado para o controle de insetos-praga em aplicações terrestres. O produto é registrado pela Nortox e formulado como Granulado Solúvel (SG), tendo como ingrediente ativo o acefato.

O Acefato Max Nortox CI é amplamente utilizado em programas de manejo integrado de pragas, proporcionando controle eficiente por contato, ingestão e ação sistêmica quando aplicado conforme as recomendações técnicas e a bula oficial.

Dados gerais do produto

  • Nome técnico: Acefato
  • Registro MAPA: 16024
  • Empresa registrante: Nortox

Composição

Ingrediente ativo Concentração
Acefato 970 g/kg

Classificação

Categoria Descrição
Técnica de aplicação Terrestre
Classe agronômica Inseticida
Classe toxicológica 4 – Produto pouco tóxico
Classe ambiental II – Produto muito perigoso
Inflamabilidade Não inflamável
Corrosividade Não corrosivo
Formulação Granulado Solúvel (SG)
Modo de ação Contato, Ingestão, Sistêmico
Agricultura orgânica Não

Modo de ação do Acefato Max Nortox CI

O Acefato Max Nortox CI atua por contato, ingestão e ação sistêmica. Após a aplicação, o ingrediente ativo é rapidamente absorvido e translocado pelos tecidos vegetais, sendo ingerido pelos insetos durante a alimentação. Seu mecanismo de ação baseia-se na inibição da enzima acetilcolinesterase, provocando o acúmulo de acetilcolina no sistema nervoso, resultando em hiperexcitação, paralisia e morte dos insetos sensíveis.

Consulta da bula oficial

Para verificar a bula oficial, informações legais e culturas registradas, consulte o sistema Agrofit do Ministério da Agricultura:


Consultar bula no Agrofit (MAPA)

Considerações finais

O Acefato Max Nortox CI é uma ferramenta eficiente no manejo de insetos-praga em diversas culturas agrícolas. Devido ao seu elevado potencial de impacto ambiental, seu uso deve ser realizado com responsabilidade técnica, seguindo rigorosamente as recomendações da bula, adotando equipamentos de proteção individual e práticas adequadas de manejo, sempre com a orientação de um engenheiro agrônomo.

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