bula do Acephate 90 SP Agrogill CI

A bula do Acephate 90 SP Agrogill CI apresenta as informações técnicas essenciais sobre este inseticida e acaricida sistêmico, indicado para o controle de pragas em aplicações terrestres e em tratamento de sementes. O produto é registrado pela Agrogill e formulado como Pó Solúvel (SP), tendo como ingrediente ativo o acefato.

O Acephate 90 SP Agrogill CI é amplamente utilizado em programas de manejo integrado de pragas, proporcionando controle eficiente por ação sistêmica, de contato e ingestão quando aplicado conforme as recomendações técnicas e a bula oficial.

Dados gerais do produto

  • Nome técnico: Acefato
  • Registro MAPA: 8625
  • Empresa registrante: Agrogill

Composição

Ingrediente ativo Concentração
Acefato 900 g/kg

Classificação

Categoria Descrição
Técnica de aplicação Terrestre, Tratamento de sementes
Classe agronômica Inseticida, Acaricida
Classe toxicológica 5 – Produto improvável de causar dano agudo
Classe ambiental II – Produto muito perigoso
Inflamabilidade Não inflamável
Corrosividade Não corrosivo
Formulação Pó solúvel (SP)
Modo de ação Sistêmico, Contato, Ingestão
Agricultura orgânica Não

Modo de ação do Acephate 90 SP Agrogill CI

O Acephate 90 SP Agrogill CI atua por contato, ingestão e ação sistêmica. Após a aplicação, o acefato é absorvido e translocado pelos tecidos vegetais, sendo ingerido por insetos e ácaros durante a alimentação. Seu mecanismo de ação baseia-se na inibição da enzima acetilcolinesterase, provocando acúmulo de acetilcolina no sistema nervoso, resultando em hiperexcitação, paralisia e morte dos organismos sensíveis.

Consulta da bula oficial

Para verificar a bula oficial, informações legais e culturas registradas, consulte o sistema Agrofit do Ministério da Agricultura:


Consultar bula no Agrofit (MAPA)

Considerações finais

O Acephate 90 SP Agrogill CI é uma ferramenta eficaz no manejo de insetos e ácaros-praga em diversas culturas agrícolas, tanto em aplicações foliares quanto no tratamento de sementes. Apesar de apresentar baixa toxicidade aguda, possui elevado potencial de impacto ambiental, devendo ser utilizado com rigor técnico, respeito às doses recomendadas e adoção de boas práticas agrícolas, sempre com a orientação de um engenheiro agrônomo.

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