A bula do Acrobat MZ CI apresenta as informações técnicas essenciais sobre este fungicida sistêmico e de contato, indicado para o controle de doenças fúngicas em aplicações terrestres. O produto é registrado pela BASF e formulado como Pó Molhável (WP), combinando os ingredientes ativos dimetomorfe e mancozebe.
O Acrobat MZ CI é amplamente utilizado em programas de manejo de doenças, proporcionando ação preventiva e curativa, além de contribuir para o manejo da resistência de fungos quando aplicado conforme as recomendações técnicas e a bula oficial.
Dados gerais do produto
- Nome técnico: Dimetomorfe; Mancozebe
- Registro MAPA: 2605
- Empresa registrante: Basf
Composição
| Ingrediente ativo | Concentração |
|---|---|
| Dimetomorfe | 90 g/kg |
| Mancozebe | 600 g/kg |
Classificação
| Categoria | Descrição |
|---|---|
| Técnica de aplicação | Terrestre |
| Classe agronômica | Fungicida |
| Classe toxicológica | 5 – Produto improvável de causar dano agudo |
| Classe ambiental | II – Produto muito perigoso |
| Inflamabilidade | Não inflamável |
| Corrosividade | Não corrosivo |
| Formulação | Pó molhável (WP) |
| Modo de ação | Sistêmico, Contato |
| Agricultura orgânica | Não |
Modo de ação do Acrobat MZ CI
O Acrobat MZ CI combina dois mecanismos complementares de controle. O dimetomorfe atua de forma sistêmica, interferindo na formação da parede celular dos fungos, inibindo o crescimento do micélio e a esporulação. Já o mancozebe apresenta ação multissítio por contato, bloqueando diversas enzimas essenciais ao metabolismo fúngico. Essa associação proporciona elevado nível de controle e reduz o risco de desenvolvimento de resistência.
Consulta da bula oficial
Para verificar a bula oficial, informações legais e culturas registradas, consulte o sistema Agrofit do Ministério da Agricultura:
Consultar bula no Agrofit (MAPA)
Considerações finais
O Acrobat MZ CI é uma ferramenta altamente eficiente no manejo de doenças fúngicas, especialmente em programas de rotação de mecanismos de ação. Apesar de apresentar baixa toxicidade aguda, possui elevado potencial de impacto ambiental, devendo ser utilizado com critério técnico, respeitando doses, intervalos de aplicação e medidas de segurança, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.
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