Bula do Brio CI: informações completas

A bula do Brio CI é indispensável para agricultores que buscam informações técnicas sobre este fungicida registrado no MAPA. Produzido pela BASF, o produto combina Epoxiconazol (125 g/L) e Cresoxim-metílico (125 g/L) em formulação de suspensão concentrada (SC), atuando por contato e ação sistêmica no controle de doenças fúngicas em diversas culturas.

Neste artigo, você encontrará os principais dados da bula oficial, incluindo composição, classificação, modo de ação e recomendações de uso.

Dados Gerais

  • Nome Técnico: Epoxiconazole; Cresoxim-Metílico
  • Registro MAPA: 9009
  • Empresa Registrante: BASF

Composição do Produto

Ingrediente Ativo Concentração
Epoxiconazol 125 g/L
Cresoxim-metílico 125 g/L

Classificação

Categoria Informação
Técnica de Aplicação Terrestre / Aérea
Classe Agronômica Fungicida
Classe Toxicológica Não classificado
Classe Ambiental II – Produto muito perigoso
Inflamabilidade Não inflamável
Corrosividade Não corrosivo
Formulação Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação Contato, Sistêmico
Agricultura Orgânica Não autorizado

Como funciona o Brio CI

A bula do Brio CI destaca que o produto combina dois fungicidas de grupos químicos distintos: o Epoxiconazol, que apresenta ação sistêmica e inibe a biossíntese de ergosterol, essencial para a integridade das membranas celulares dos fungos, e o Cresoxim-metílico, que atua por contato e bloqueia a respiração mitocondrial dos patógenos.

Essa associação proporciona ação preventiva e curativa, maior espectro de controle e contribui para o manejo de resistência em programas de proteção de cultivos.

📑 Se você deseja baixar a bula oficial do Brio CI, clique aqui.

Conclusão

O acesso à bula do Brio CI é fundamental para garantir o uso correto e eficiente do fungicida. A recomendação de um engenheiro agrônomo é indispensável para determinar doses adequadas, intervalos de aplicação e estratégias de manejo apropriadas.

Além disso, o produto deve ser inserido em programas de Manejo Integrado de Doenças (MID), alternando fungicidas de diferentes modos de ação e combinando práticas culturais. Essa abordagem reduz o risco de resistência, amplia a eficácia de controle e promove uma produção agrícola mais sustentável.

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