A bula do Butiron é essencial para agricultores que buscam informações técnicas sobre este herbicida registrado no MAPA. Produzido pela Adama, o produto contém Tebutiurom (500 g/L) em formulação de suspensão concentrada (SC).
Com ação seletiva, sistêmica e em pré-emergência, o Butiron é indicado para o manejo de plantas daninhas em diversas culturas.
Neste artigo, você encontrará os principais pontos da bula oficial, incluindo composição, classificação, modo de ação e indicações de uso.
Dados Gerais
- Nome Técnico: Tebutiurom
- Registro MAPA: 4705
- Empresa Registrante: Adama
Composição do Produto
- Tebutiurom: 500 g/L
Classificação
- Técnica de Aplicação: Terrestre / Aérea
- Classe Agronômica: Herbicida
- Classe Toxicológica: 4 – Produto Pouco Tóxico
- Classe Ambiental: II – Produto muito perigoso
- Inflamabilidade: Não inflamável
- Corrosividade: Corrosivo
- Formulação: Suspensão Concentrada (SC)
- Modo de Ação: Seletivo, Pré-emergência, Sistêmico
- Agricultura Orgânica: Não autorizado
Indicações de Uso
A bula do Butiron recomenda sua aplicação no controle de plantas daninhas em pré-emergência, garantindo maior proteção das lavouras contra a competição inicial por água, luz e nutrientes.
É indicado principalmente para culturas como cana-de-açúcar, pastagens e áreas de reflorestamento, atuando de forma preventiva no solo e oferecendo maior segurança no estabelecimento das culturas.
Como funciona o Butiron
O Tebutiurom, ingrediente ativo do Butiron, atua de forma sistêmica, sendo absorvido pelas raízes e translocado pela planta. Sua ação em pré-emergência cria uma barreira química que impede a germinação e o desenvolvimento das plantas daninhas, garantindo um manejo eficiente desde o início do ciclo produtivo.
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Conclusão
O acesso à bula do Butiron é indispensável para assegurar o uso correto e eficiente do herbicida. A recomendação de um engenheiro agrônomo é fundamental para definir doses, momento de aplicação e estratégias de rotação de princípios ativos.
Além disso, seu uso deve estar integrado a programas de Manejo Integrado de Plantas Daninhas (MIPD), alternando herbicidas e associando práticas culturais. Essa abordagem ajuda a reduzir resistência, aumentar a eficiência do controle e fortalecer a sustentabilidade agrícola.