Bula do FrontierControl CI: informações completas

A bula do FrontierControl é essencial para produtores que buscam informações sobre este fungicida microbiológico registrado no MAPA. Desenvolvido pela Simbiose, o produto contém Bacillus velezensis, cepa Labim 40 (1,12 g/L) em formulação de suspensão concentrada (SC).
Com ação microbiológica, o FrontierControl atua no controle de doenças de solo, favorecendo o equilíbrio microbiológico e promovendo maior sanidade às plantas.
Neste artigo, você encontrará os principais dados da bula oficial, como composição, classificação, modo de ação e recomendações de uso.

Dados Gerais

  • Nome Técnico: Bacillus velezensis, cepa Labim 40
  • Registro MAPA: 16923
  • Empresa Registrante: Simbiose

Composição do Produto

  • Bacillus velezensis, cepa Labim 40: 1,12 g/L

Classificação

  • Técnica de Aplicação: Terrestre
  • Classe Agronômica: Fungicida microbiológico
  • Classe Toxicológica: 5 – Produto improvável de causar dano agudo
  • Classe Ambiental: IV – Produto pouco perigoso ao meio ambiente
  • Inflamabilidade: Não inflamável
  • Corrosividade: Não corrosivo
  • Formulação: Suspensão Concentrada (SC)
  • Modo de Ação: Fungicida microbiológico
  • Agricultura Orgânica: Não autorizado

Como funciona o FrontierControl

A bula do FrontierControl destaca que o produto atua como fungicida microbiológico, colonizando a rizosfera e competindo com microrganismos patogênicos. O Bacillus velezensis também produz metabólitos que ajudam a inibir o crescimento de fungos nocivos, favorecendo o desenvolvimento saudável das plantas e contribuindo para maior equilíbrio no solo.

📑 Se você deseja baixar a bula oficial do FrontierControl, clique aqui

Conclusão

O acesso à bula do FrontierControl é indispensável para garantir o uso correto e eficiente do fungicida microbiológico. A recomendação de um engenheiro agrônomo é fundamental para definir doses, formas de aplicação e integração em programas de manejo.
Além disso, o produto deve ser utilizado dentro de programas de Manejo Integrado de Doenças (MID), associado a práticas culturais e, quando necessário, a defensivos químicos. Essa integração ajuda a reduzir resistência, aumentar a eficácia e fortalecer a sustentabilidade agrícola.

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