bula do Kashmir CI

A bula do Kashmir CI reúne as principais informações técnicas deste herbicida, registrado pela UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.. O produto é indicado para aplicações aéreas e terrestres, sendo utilizado no manejo de plantas daninhas em diferentes sistemas produtivos.

O Kashmir CI apresenta formulação em Granulado Dispersível (WG), permitindo fácil diluição em água, preparo de calda homogênea e aplicação eficiente no campo.

Dados gerais do produto

  • Nome técnico: Hexazinona; Sulfentrazona
  • Registro MAPA: 33223
  • Empresa registrante: UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.

Composição

Ingrediente ativo Concentração
Isoxaflutol 125 g/kg
Hexazinona 125 g/kg
Sulfentrazona 500 g/kg

Classificação

Categoria Descrição
Técnica de aplicação Aérea, Terrestre
Classe agronômica Herbicida
Classe toxicológica 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe ambiental II – Produto muito perigoso
Inflamabilidade Não inflamável
Corrosividade Não corrosivo
Formulação Granulado Dispersível (WG)
Modo de ação Seletivo condicional, Sistêmico
Agricultura orgânica Não

Modo de ação

O Kashmir CI é composto por diferentes ingredientes ativos com mecanismos complementares. Isoxaflutol atua como inibidor da síntese de carotenoides, hexazinona interfere na fotossíntese ao atuar no Fotossistema II e sulfentrazona inibe a enzima PPO, provocando danos celulares e necrose nas plantas daninhas sensíveis.

Essa combinação proporciona ação sistêmica e seletiva condicional, ampliando o espectro de controle. Devido à classificação ambiental II, é fundamental seguir rigorosamente as recomendações técnicas da bula e adotar medidas que minimizem riscos ao meio ambiente.

Consulta da bula oficial

Para verificar culturas registradas, doses recomendadas, intervalos de segurança e demais orientações técnicas, consulte o sistema Agrofit:


Consultar bula no Agrofit (MAPA)

Considerações finais

O Kashmir CI é uma ferramenta importante no manejo integrado de plantas daninhas, oferecendo controle eficiente quando utilizado de forma técnica e responsável. Recomenda-se sempre o acompanhamento de um engenheiro agrônomo e o cumprimento das boas práticas agrícolas.

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