bula do Kelion 50 WG CI

A bula do Kelion 50 WG CI reúne as principais informações técnicas deste herbicida sistêmico à base de ortossulfamurom, registrado pela Nichino. O produto é indicado para aplicações aéreas e terrestres, sendo utilizado no manejo de plantas daninhas em diferentes sistemas de produção agrícola.

O Kelion 50 WG CI apresenta formulação em Granulado Dispersível (WG), devendo ser diluído em água para preparo da calda e aplicação uniforme na área alvo, conforme recomendação técnica.

Dados gerais do produto

  • Nome técnico: Ortossulfamurom
  • Registro MAPA: 2511
  • Empresa registrante: Nichino

Composição

Ingrediente ativo Concentração
Ortossulfamurom 510 g/kg

Classificação

Categoria Descrição
Técnica de aplicação Aérea, Terrestre
Classe agronômica Herbicida
Classe toxicológica 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe ambiental III – Produto perigoso
Inflamabilidade Não inflamável
Corrosividade Não corrosivo
Formulação Granulado Dispersível (WG)
Modo de ação Sistêmico
Agricultura orgânica Não

Modo de ação

O Kelion 50 WG CI contém ortossulfamurom, herbicida sistêmico pertencente ao grupo das sulfonilureias. Atua por meio da inibição da enzima ALS (acetolactato sintase), essencial para a síntese de aminoácidos de cadeia ramificada nas plantas daninhas. Essa interferência compromete o crescimento e o desenvolvimento das espécies sensíveis.

Após absorção pelas folhas e raízes, o ingrediente ativo é translocado no interior da planta, promovendo paralisação do crescimento e morte gradual das plantas daninhas. Devido à classificação ambiental III, é indispensável seguir rigorosamente as recomendações técnicas da bula e adotar estratégias de manejo de resistência.

Consulta da bula oficial

Para verificar culturas registradas, plantas daninhas controladas, doses recomendadas, intervalos de segurança e demais orientações técnicas, consulte o sistema Agrofit:


Consultar bula no Agrofit (MAPA)

Considerações finais

O Kelion 50 WG CI é uma ferramenta importante no manejo integrado de plantas daninhas, contribuindo para a eficiência produtiva das culturas quando utilizado de forma técnica e responsável. Recomenda-se sempre o acompanhamento de um engenheiro agrônomo e a integração com práticas de rotação de mecanismos de ação.

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