bula do Kilymus CI

A bula do Kilymus CI reúne as principais informações técnicas deste fungicida à base de triciclazol e mefentrifluconazol, registrado pela Basf. O produto é indicado para aplicações aéreas e terrestres, sendo utilizado no manejo de doenças fúngicas em diferentes culturas agrícolas.

O Kilymus CI apresenta formulação em Suspensão Concentrada (SC), devendo ser diluído em água para preparo da calda e aplicação uniforme sobre a parte aérea das plantas, conforme recomendação técnica.

Dados gerais do produto

  • Nome técnico: Triciclazol; Mefentrifluconazol
  • Registro MAPA: 11425
  • Empresa registrante: Basf

Composição

Ingrediente ativo Concentração
Triciclazol 250 g/L
Mefentrifluconazol 100 g/L

Classificação

Categoria Descrição
Técnica de aplicação Aérea, Terrestre
Classe agronômica Fungicida
Classe toxicológica 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe ambiental II – Produto muito perigoso
Inflamabilidade Não inflamável
Corrosividade Não corrosivo
Formulação Suspensão Concentrada (SC)
Modo de ação Fungicida
Agricultura orgânica Não

Modo de ação

O Kilymus CI combina dois mecanismos de ação distintos. O triciclazol atua inibindo a biossíntese de melanina em fungos sensíveis, comprometendo a formação e penetração de estruturas infecciosas. Já o mefentrifluconazol pertence ao grupo dos triazóis e age de forma sistêmica, inibindo a biossíntese do ergosterol, componente essencial da membrana celular dos fungos.

Essa associação amplia o espectro de controle e contribui para maior eficácia no manejo de doenças fúngicas. Devido à classificação ambiental II, é fundamental seguir rigorosamente as recomendações técnicas da bula e adotar estratégias de rotação de mecanismos de ação para prevenir resistência.

Consulta da bula oficial

Para verificar culturas registradas, doenças controladas, doses recomendadas, intervalos de segurança e demais orientações técnicas, consulte o sistema Agrofit:


Consultar bula no Agrofit (MAPA)

Considerações finais

O Kilymus CI é uma ferramenta estratégica no manejo integrado de doenças fúngicas, contribuindo para a sanidade das culturas quando utilizado de forma técnica e responsável. Recomenda-se sempre o acompanhamento de um engenheiro agrônomo e a integração com boas práticas agrícolas.

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