A bula do Kitter CI reúne as principais informações técnicas deste fungicida sistêmico à base de tebuconazol, registrado pela Sinon. O produto é indicado para aplicações terrestres e aéreas, sendo utilizado no manejo de doenças fúngicas em diversas culturas agrícolas.
O Kitter CI apresenta formulação em Suspensão Concentrada (SC), devendo ser diluído em água para preparo da calda e aplicação uniforme sobre a parte aérea das plantas, conforme recomendação técnica.
Dados gerais do produto
- Nome técnico: Tebuconazol
- Registro MAPA: 30121
- Empresa registrante: Sinon
Composição
| Ingrediente ativo | Concentração |
|---|---|
| Tebuconazol | 430 g/L |
Classificação
| Categoria | Descrição |
|---|---|
| Técnica de aplicação | Terrestre, Aérea |
| Classe agronômica | Fungicida |
| Classe toxicológica | 4 – Produto Pouco Tóxico |
| Classe ambiental | II – Produto muito perigoso |
| Inflamabilidade | Não inflamável |
| Corrosividade | Não corrosivo |
| Formulação | Suspensão Concentrada (SC) |
| Modo de ação | Sistêmico |
| Agricultura orgânica | Não |
Modo de ação
O Kitter CI contém tebuconazol, fungicida sistêmico pertencente ao grupo dos triazóis. Atua inibindo a biossíntese do ergosterol, componente essencial da membrana celular dos fungos, comprometendo o desenvolvimento e a multiplicação dos patógenos.
Após aplicação, o ingrediente ativo é absorvido e translocado na planta, proporcionando ação preventiva e curativa contra diversas doenças fúngicas. Devido à classificação ambiental II, é fundamental seguir rigorosamente as recomendações técnicas da bula e adotar estratégias de manejo de resistência.
Consulta da bula oficial
Para verificar culturas registradas, doenças controladas, doses recomendadas, intervalos de segurança e demais orientações técnicas, consulte o sistema Agrofit:
Consultar bula no Agrofit (MAPA)
Considerações finais
O Kitter CI é uma ferramenta importante no manejo integrado de doenças fúngicas, contribuindo para a sanidade das culturas quando utilizado de forma técnica e responsável. Recomenda-se sempre o acompanhamento de um engenheiro agrônomo e a integração com boas práticas agrícolas.
Acessar Canal Acessar Canal