bula do Krismat WG CI

A bula do Krismat WG CI reúne as principais informações técnicas deste herbicida seletivo e sistêmico à base de ametrina e trifloxissulfurom-sódico, registrado pela Syngenta. O produto é indicado para aplicação terrestre, sendo amplamente utilizado no manejo de plantas daninhas em diversas culturas agrícolas.

O Krismat WG CI apresenta formulação em Granulado Dispersível (WG), devendo ser diluído em água para preparo da calda e aplicação uniforme conforme recomendação técnica.

Dados gerais do produto

  • Nome técnico: Ametrina; Trifloxissulfurom-sódico
  • Registro MAPA: 8908
  • Empresa registrante: Syngenta

Composição

Ingrediente ativo Concentração
Ametrina 731,5 g/kg
Trifloxissulfurom-sódico 18,5 g/kg

Classificação

Categoria Descrição
Técnica de aplicação Terrestre
Classe agronômica Herbicida
Classe toxicológica 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe ambiental II – Produto muito perigoso
Inflamabilidade Não inflamável
Corrosividade Não corrosivo
Formulação Granulado Dispersível (WG)
Modo de ação Seletivo, Sistêmico
Agricultura orgânica Não

Modo de ação

O Krismat WG CI combina dois mecanismos de ação complementares. A ametrina pertence ao grupo das triazinas e atua inibindo o fotossistema II, bloqueando o transporte de elétrons na fotossíntese das plantas daninhas. Já o trifloxissulfurom-sódico é um inibidor da enzima ALS (acetolactato sintase), interferindo na síntese de aminoácidos essenciais ao crescimento vegetal.

Essa associação proporciona amplo espectro de controle e contribui para maior eficiência no manejo de plantas daninhas. Devido à classificação ambiental II, é fundamental seguir rigorosamente as recomendações técnicas da bula e adotar estratégias de manejo de resistência.

Consulta da bula oficial

Para verificar culturas registradas, plantas daninhas controladas, doses recomendadas e demais orientações técnicas, consulte o sistema Agrofit:


Consultar bula no Agrofit (MAPA)

Considerações finais

O Krismat WG CI é uma ferramenta estratégica no manejo integrado de plantas daninhas, contribuindo para a eficiência e sustentabilidade do sistema produtivo quando utilizado de forma técnica e responsável. Recomenda-se sempre o acompanhamento de um engenheiro agrônomo e a rotação de mecanismos de ação.

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