bula do Kroll CI

A bula do Kroll CI reúne as principais informações técnicas deste herbicida sistêmico à base de cletodim e quizalofop-P-etílico, registrado pela UPL. O produto é indicado para aplicações terrestres e aéreas, sendo utilizado no manejo de plantas daninhas, especialmente gramíneas, em diversas culturas agrícolas.

O Kroll CI apresenta formulação em Concentrado Emulsionável (EC), devendo ser diluído em água para preparo da calda e aplicação uniforme conforme recomendação técnica.

Dados gerais do produto

  • Nome técnico: Cletodim; Quizalofop-P-etílico
  • Registro MAPA: 12718
  • Empresa registrante: UPL

Composição

Ingrediente ativo Concentração
Cletodim 240 g/L
Quizalofop-P-etílico 120 g/L

Classificação

Categoria Descrição
Técnica de aplicação Terrestre, Aérea
Classe agronômica Herbicida
Classe toxicológica 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe ambiental II – Produto muito perigoso
Inflamabilidade Não inflamável
Corrosividade Não corrosivo
Formulação Concentrado Emulsionável (EC)
Modo de ação Sistêmico
Agricultura orgânica Não

Modo de ação

O Kroll CI combina dois herbicidas sistêmicos do grupo dos inibidores da enzima ACCase (acetil-CoA carboxilase). Tanto o cletodim quanto o quizalofop-P-etílico atuam bloqueando a síntese de ácidos graxos essenciais à formação das membranas celulares das plantas daninhas, especialmente gramíneas, levando à paralisação do crescimento e morte da planta.

Após aplicação, os ingredientes ativos são absorvidos pelas folhas e translocados até os pontos de crescimento. Devido à classificação ambiental II, é fundamental seguir rigorosamente as recomendações técnicas da bula e adotar estratégias de manejo integrado para evitar resistência.

Consulta da bula oficial

Para verificar culturas registradas, plantas daninhas controladas, doses recomendadas e demais orientações técnicas, consulte o sistema Agrofit:


Consultar bula no Agrofit (MAPA)

Considerações finais

O Kroll CI é uma ferramenta importante no manejo de plantas daninhas gramíneas, contribuindo para maior eficiência e sustentabilidade do sistema produtivo quando utilizado de forma técnica e responsável. Recomenda-se sempre o acompanhamento de um engenheiro agrônomo e a rotação de mecanismos de ação.

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