bula do Leale SC CI

A bula do Leale SC CI reúne as principais informações técnicas deste herbicida à base de ametrina e flumioxazina, registrado pela Sumitomo Chemical do Brasil Rep. Ltda. O produto é indicado para aplicações aéreas e terrestres, sendo utilizado no manejo de plantas daninhas em diferentes sistemas de cultivo.

O Leale SC CI apresenta formulação em Suspensão Concentrada (SC), devendo ser diluído em água para preparo da calda e aplicação uniforme sobre a área tratada.

Dados gerais do produto

  • Nome técnico: Ametrina; Flumioxazina
  • Registro MAPA: 1714
  • Empresa registrante: Sumitomo Chemical do Brasil Rep. Ltda

Composição

Ingrediente ativo Concentração
Ametrina 480 g/L
Flumioxazina 40 g/L

Classificação

Categoria Descrição
Técnica de aplicação Aérea, Terrestre
Classe agronômica Herbicida
Classe toxicológica 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe ambiental II – Produto muito perigoso
Inflamabilidade Não inflamável
Corrosividade Não corrosivo
Formulação Suspensão Concentrada (SC)
Modo de ação Seletivo, Sistêmico, Contato
Agricultura orgânica Não

Modo de ação

O Leale SC CI combina dois mecanismos de ação complementares. A ametrina pertence ao grupo das triazinas, atuando na inibição do Fotossistema II durante a fotossíntese, comprometendo a produção de energia das plantas daninhas.

A flumioxazina atua por contato, inibindo a enzima PROTOX (protoporfirinogênio oxidase), o que leva ao acúmulo de compostos fototóxicos e destruição das membranas celulares. A associação desses mecanismos contribui para controle eficiente e redução do risco de resistência. Devido à classificação ambiental II, é essencial aplicar com responsabilidade e respeito às áreas sensíveis.

Consulta da bula oficial

Para verificar culturas registradas, plantas daninhas controladas, doses recomendadas e demais orientações técnicas, consulte o sistema Agrofit:


Consultar bula no Agrofit (MAPA)

Considerações finais

O Leale SC CI é uma ferramenta importante no manejo de plantas daninhas, oferecendo ação sistêmica e de contato. Deve ser utilizado de forma técnica e integrado a estratégias de manejo de resistência. Recomenda-se sempre o acompanhamento de um engenheiro agrônomo e o cumprimento das normas de segurança e ambientais.

Acessar Canal Acessar Canal

Deixe um comentário