A bula do Legion CI reúne as principais informações técnicas deste inseticida à base de fenitrotiona e esfenvalerato, registrado pela Sumitomo Chemical do Brasil Rep. Ltda. O produto é indicado para aplicações terrestres, aéreas e via drone, sendo utilizado no controle de diversas pragas agrícolas.
O Legion CI apresenta formulação em Concentrado Emulsionável (EC), devendo ser diluído em água para preparo da calda e aplicação uniforme sobre a parte aérea das plantas.
Dados gerais do produto
- Nome técnico: Fenitrotiona; Esfenvalerato
- Registro MAPA: 4521
- Empresa registrante: Sumitomo Chemical do Brasil Rep. Ltda
Composição
| Ingrediente ativo | Concentração |
|---|---|
| Fenitrotiona | 800 g/L |
| Esfenvalerato | 40 g/L |
Classificação
| Categoria | Descrição |
|---|---|
| Técnica de aplicação | Terrestre, Drone, Aérea |
| Classe agronômica | Inseticida |
| Classe toxicológica | 3 – Produto Moderadamente Tóxico |
| Classe ambiental | II – Produto muito perigoso |
| Inflamabilidade | Não inflamável |
| Corrosividade | Não corrosivo |
| Formulação | Concentrado Emulsionável (EC) |
| Modo de ação | Contato, Ingestão |
| Agricultura orgânica | Não |
Modo de ação
O Legion CI combina dois mecanismos de ação distintos. A fenitrotiona pertence ao grupo dos organofosforados e atua como inibidor da enzima acetilcolinesterase, provocando acúmulo de acetilcolina nas sinapses nervosas dos insetos.
O esfenvalerato pertence ao grupo dos piretroides e atua sobre os canais de sódio no sistema nervoso, causando despolarização prolongada das membranas. A associação resulta em rápida paralisação e morte das pragas-alvo. Devido à classificação toxicológica 3 e ambiental II, é fundamental seguir rigorosamente as recomendações técnicas e de segurança.
Consulta da bula oficial
Para verificar culturas registradas, pragas controladas, doses recomendadas e demais orientações técnicas, consulte o sistema Agrofit:
Consultar bula no Agrofit (MAPA)
Considerações finais
O Legion CI é uma ferramenta eficaz no controle de insetos-praga, devendo ser utilizado de forma técnica e integrado a programas de Manejo Integrado de Pragas. Recomenda-se sempre o acompanhamento de um engenheiro agrônomo e o cumprimento das normas de segurança e ambientais.
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