bula do Libertador 500 SC CI

A bula do Libertador 500 SC CI reúne as principais informações técnicas deste herbicida à base de sulfentrazona, registrado pela Maxunitech. O produto é indicado para aplicações terrestres e aéreas, sendo amplamente utilizado no controle de plantas daninhas em pré-emergência.

O Libertador 500 SC CI apresenta formulação em Suspensão Concentrada (SC), devendo ser diluído em água para preparo da calda e aplicação uniforme sobre o solo conforme recomendação técnica.

Dados gerais do produto

  • Nome técnico: Sulfentrazona
  • Registro MAPA: 10524
  • Empresa registrante: Maxunitech

Composição

Ingrediente ativo Concentração
Sulfentrazona 500 g/L

Classificação

Categoria Descrição
Técnica de aplicação Terrestre, Aérea
Classe agronômica Herbicida
Classe toxicológica 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe ambiental II – Produto muito perigoso
Inflamabilidade Não inflamável
Corrosividade Não corrosivo
Formulação Suspensão Concentrada (SC)
Modo de ação Sistêmico, Seletivo condicional, Pré-emergência
Agricultura orgânica Não

Modo de ação

O Libertador 500 SC CI atua principalmente em pré-emergência, sendo absorvido pelas raízes e parte aérea das plantas daninhas em germinação. A sulfentrazona pertence ao grupo dos inibidores da enzima PPO (protoporfirinogênio oxidase), essencial para a síntese de clorofila.

A inibição dessa enzima provoca acúmulo de compostos fotossensíveis, resultando em necrose rápida dos tecidos vegetais. Seu efeito sistêmico e seletividade condicional permitem uso em culturas específicas, desde que respeitadas as recomendações técnicas. Devido à classificação ambiental II, exige manejo responsável e atenção às boas práticas agrícolas.

Consulta da bula oficial

Para verificar culturas registradas, plantas daninhas controladas, doses recomendadas e demais orientações técnicas, consulte o sistema Agrofit:


Consultar bula no Agrofit (MAPA)

Considerações finais

O Libertador 500 SC CI é uma ferramenta importante no manejo de plantas daninhas em pré-emergência, devendo ser utilizado de forma técnica e integrado a programas de rotação de mecanismos de ação. Recomenda-se sempre o acompanhamento de um engenheiro agrônomo e o cumprimento das normas de segurança e ambientais.

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