bula do Lince BR CI

A bula do Lince BR CI reúne as principais informações técnicas deste herbicida formulado à base de atrazina e mesotriona, registrado pela Adama. O produto é indicado para aplicações terrestres e aéreas, sendo amplamente utilizado no manejo de plantas daninhas em culturas como o milho.

O Lince BR CI apresenta formulação em Granulado Dispersível (WG), devendo ser diluído em água para preparo da calda e aplicação uniforme conforme recomendação técnica.

Dados gerais do produto

  • Nome técnico: Atrazina; Mesotriona
  • Registro MAPA: 33625
  • Empresa registrante: Adama

Composição

Ingrediente ativo Concentração
Atrazina 750 g/kg
Mesotriona 75 g/kg

Classificação

Categoria Descrição
Técnica de aplicação Terrestre, Aérea
Classe agronômica Herbicida
Classe toxicológica 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe ambiental II – Produto muito perigoso
Inflamabilidade Não inflamável
Corrosividade Não corrosivo
Formulação Granulado Dispersível (WG)
Modo de ação Sistêmico, Seletivo
Agricultura orgânica Não

Modo de ação

O Lince BR CI combina dois mecanismos de ação complementares. A atrazina atua como inibidor do Fotossistema II (PSII), bloqueando o transporte de elétrons na fotossíntese e comprometendo a produção de energia das plantas daninhas.

A mesotriona é um inibidor da enzima HPPD (4-hidroxifenilpiruvato dioxigenase), responsável pela síntese de carotenoides. A inibição dessa via provoca branqueamento dos tecidos e morte das plantas suscetíveis. A associação proporciona controle ampliado e auxilia no manejo de resistência, devendo ser utilizada conforme recomendação técnica.

Consulta da bula oficial

Para verificar culturas registradas, plantas daninhas controladas, doses recomendadas e demais orientações técnicas, consulte o sistema Agrofit:


Consultar bula no Agrofit (MAPA)

Considerações finais

O Lince BR CI é uma ferramenta estratégica no manejo de plantas daninhas, oferecendo controle eficiente quando utilizado de forma técnica e integrado a programas de rotação de mecanismos de ação. Recomenda-se sempre o acompanhamento de um engenheiro agrônomo e o cumprimento das normas de segurança e ambientais.

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