A bula do Livenko 500 SC CI reúne as principais informações técnicas deste fungicida formulado à base de tiofanato-metílico, registrado pela CropChem. O produto é indicado para aplicações aéreas e terrestres, sendo utilizado no manejo preventivo e curativo de diversas doenças fúngicas nas culturas registradas.
O Livenko 500 SC CI apresenta formulação em Suspensão Concentrada (SC), devendo ser diluído em água para preparo da calda e aplicação uniforme sobre a parte aérea das plantas, conforme recomendação técnica.
Dados gerais do produto
- Nome técnico: Tiofanato-metílico
- Registro MAPA: 321
- Empresa registrante: CropChem
Composição
| Ingrediente ativo | Concentração |
|---|---|
| Tiofanato-metílico | 500 g/L |
Classificação
| Categoria | Descrição |
|---|---|
| Técnica de aplicação | Aérea, Terrestre |
| Classe agronômica | Fungicida |
| Classe toxicológica | 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo |
| Classe ambiental | III – Produto perigoso |
| Inflamabilidade | Não inflamável |
| Corrosividade | Não corrosivo |
| Formulação | Suspensão Concentrada (SC) |
| Modo de ação | Sistêmico |
| Agricultura orgânica | Não |
Modo de ação
O Livenko 500 SC CI é um fungicida sistêmico pertencente ao grupo dos benzimidazóis. Após absorção pela planta, o tiofanato-metílico é convertido em carbendazim, substância ativa que atua inibindo a divisão celular dos fungos por interferência na formação dos microtúbulos.
Esse mecanismo impede o crescimento e a multiplicação do patógeno, proporcionando ação preventiva e curativa inicial. Devido à classificação ambiental III, o produto deve ser utilizado seguindo rigorosamente as recomendações técnicas e boas práticas agrícolas.
Consulta da bula oficial
Para verificar culturas registradas, doenças controladas, doses recomendadas e demais orientações técnicas, consulte o sistema Agrofit:
Consultar bula no Agrofit (MAPA)
Considerações finais
O Livenko 500 SC CI é uma ferramenta importante no manejo integrado de doenças, especialmente quando inserido em programas de rotação de mecanismos de ação para redução do risco de resistência. Recomenda-se sempre o acompanhamento de um engenheiro agrônomo e o cumprimento das normas de segurança e ambientais.
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