bula do Lubaquat 200 SL CI

A bula do Lubaquat 200 SL CI reúne as principais informações técnicas deste herbicida formulado à base de dibrometo de diquate, registrado pela AllierBrasil. O produto é indicado para aplicações aéreas e terrestres, sendo utilizado como dessecante e no controle não seletivo de plantas daninhas em áreas registradas.

O Lubaquat 200 SL CI apresenta formulação em Concentrado Solúvel (SL), devendo ser diluído em água para preparo da calda e aplicação uniforme sobre a parte aérea das plantas, conforme recomendação técnica.

Dados gerais do produto

  • Nome técnico: Dibrometo de diquate
  • Registro MAPA: 15422
  • Empresa registrante: AllierBrasil
  • Produtos associados: Shenlong

Composição

Ingrediente ativo Concentração
Diquate 200 g/L

Classificação

Categoria Descrição
Técnica de aplicação Aérea, Terrestre
Classe agronômica Herbicida
Classe toxicológica 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe ambiental III – Produto perigoso
Inflamabilidade Não inflamável
Corrosividade Não corrosivo
Formulação Concentrado Solúvel (SL)
Modo de ação Não seletivo, Dessecante, Contato
Agricultura orgânica Não

Modo de ação

O Lubaquat 200 SL CI é um herbicida de contato e ação não seletiva, pertencente ao grupo dos bipiridílios. O diquate atua interferindo no processo de fotossíntese, promovendo a formação de radicais livres que destroem as membranas celulares das plantas tratadas.

Sua ação é rápida e ocorre principalmente nos tecidos atingidos pela pulverização, sendo amplamente utilizado como dessecante pré-colheita e no manejo de plantas daninhas em áreas específicas. Por apresentar ação de contato, é fundamental garantir boa cobertura da pulverização para máxima eficiência.

Consulta da bula oficial

Para verificar culturas registradas, plantas daninhas controladas, doses recomendadas e demais orientações técnicas, consulte o sistema Agrofit:


Consultar bula no Agrofit (MAPA)

Considerações finais

O Lubaquat 200 SL CI é uma ferramenta importante no manejo de plantas daninhas e na dessecação pré-colheita, devendo ser utilizado dentro de programas de manejo integrado e com acompanhamento técnico especializado. Recomenda-se sempre o acompanhamento de um engenheiro agrônomo e o cumprimento rigoroso das normas de segurança e ambientais.

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