A bula do Magister CI reúne as principais informações técnicas deste herbicida formulado à base de clomazona, registrado pela FMC. O produto é indicado para aplicações aéreas e terrestres, sendo utilizado no manejo de plantas daninhas nas culturas registradas.
O Magister CI apresenta formulação em Concentrado Emulsionável (EC), devendo ser diluído em água para preparo da calda e aplicação uniforme sobre o solo ou área alvo, conforme recomendação técnica.
Dados gerais do produto
- Nome técnico: Clomazona
- Registro MAPA: 6208
- Empresa registrante: FMC
Composição
| Ingrediente ativo | Concentração |
|---|---|
| Clomazona | 500 g/L |
Classificação
| Categoria | Descrição |
|---|---|
| Técnica de aplicação | Aérea, Terrestre |
| Classe agronômica | Herbicida |
| Classe toxicológica | 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo |
| Classe ambiental | II – Produto muito perigoso |
| Inflamabilidade | Inflamável |
| Corrosividade | Não corrosivo |
| Formulação | Concentrado Emulsionável (EC) |
| Modo de ação | Pré-emergência, Pós-emergência, Seletivo condicional, Sistêmico |
| Agricultura orgânica | Não |
Modo de ação
O Magister CI é um herbicida sistêmico que atua principalmente em pré-emergência, podendo também apresentar ação em pós-emergência inicial, conforme recomendação técnica. A clomazona interfere na biossíntese de pigmentos fotossintéticos, provocando o branqueamento dos tecidos vegetais e posterior morte da planta daninha.
O produto apresenta seletividade condicional para determinadas culturas, dependendo da dose, estágio da cultura e condições ambientais. Devido à classificação ambiental II e à inflamabilidade, seu uso exige rigor técnico, manejo adequado e respeito às boas práticas agrícolas.
Consulta da bula oficial
Para verificar culturas registradas, plantas daninhas controladas, doses recomendadas e demais orientações técnicas, consulte o sistema Agrofit:
Consultar bula no Agrofit (MAPA)
Considerações finais
O Magister CI é uma ferramenta importante no manejo de plantas daninhas, devendo ser utilizado de forma estratégica e com rotação de mecanismos de ação para reduzir o risco de resistência. Recomenda-se sempre o acompanhamento de um engenheiro agrônomo e o cumprimento rigoroso das normas de segurança e ambientais.
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