Bula do Primatop SC CI: informações completas

A bula do Primatop SC CI é indispensável para agricultores que buscam informações técnicas sobre este herbicida registrado no MAPA. Produzido pela Syngenta, o produto combina Atrazina (250 g/L) e Simazina (250 g/L) em formulação de suspensão concentrada (SC), oferecendo ação seletiva e sistêmica no manejo de plantas daninhas em diversas culturas.

Neste artigo, você encontrará os principais dados da bula oficial, incluindo composição, classificação, modo de ação e recomendações de uso.

Dados Gerais

  • Nome Técnico: Atrazine; Simazina
  • Registro MAPA: 1578303
  • Empresa Registrante: Syngenta

Composição do Produto

Ingrediente Ativo Concentração
Atrazina 250 g/L
Simazina 250 g/L

Classificação

Categoria Informação
Técnica de Aplicação Terrestre / Aérea
Classe Agronômica Herbicida
Classe Toxicológica Não classificado
Classe Ambiental II – Produto muito perigoso
Inflamabilidade Não inflamável
Corrosividade Não corrosivo
Formulação Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação Seletivo, Sistêmico
Agricultura Orgânica Não autorizado

Como funciona o Primatop SC CI

A bula do Primatop SC CI destaca que o produto combina dois princípios ativos — Atrazina e Simazina — com mecanismos complementares de ação. Ambos atuam na inibição da fotossíntese em plantas sensíveis, bloqueando o transporte de elétrons no fotossistema II.

O produto é absorvido principalmente pelas raízes e folhas, sendo translocado na planta e proporcionando controle prolongado de plantas daninhas de folhas largas e gramíneas em pré e pós-emergência inicial.

📑 Se você deseja baixar a bula oficial do Primatop SC CI, clique aqui.

Conclusão

O acesso à bula do Primatop SC CI é essencial para garantir o uso correto e seguro do herbicida. A recomendação de um engenheiro agrônomo é indispensável para definir doses adequadas, época de aplicação e integração com outras práticas de manejo.

Além disso, recomenda-se inserir o produto em programas de Manejo Integrado de Plantas Daninhas (MIPD), alternando princípios ativos e adotando práticas culturais. Essa abordagem ajuda a reduzir resistência, aumentar a eficiência do controle e promover maior sustentabilidade agrícola.

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