A bula do Revolux é indispensável para agricultores que buscam informações técnicas sobre este inseticida registrado no MAPA. Produzido pela CTVA Proteção de Cultivos, o produto combina Metoxifenozida (300 g/L) e Espinetoram (60 g/L) em formulação de suspensão concentrada (SC).
Com ação por contato e ingestão, o Revolux é indicado para o manejo eficiente de diversas pragas agrícolas, oferecendo amplo espectro de controle e rapidez nos resultados.
Neste artigo, você encontrará os principais pontos da bula oficial, incluindo composição, classificação, modo de ação e recomendações de uso.
Dados Gerais
- Nome Técnico: Metoxifenozida; Espinetoram
- Registro MAPA: 9718
- Empresa Registrante: CTVA Proteção de Cultivos
Composição do Produto
- Metoxifenozida: 300 g/L
- Espinetoram: 60 g/L
Classificação
- Técnica de Aplicação: Terrestre / Aérea
- Classe Agronômica: Inseticida
- Classe Toxicológica: 5 – Produto improvável de causar dano agudo
- Classe Ambiental: II – Produto muito perigoso
- Inflamabilidade: Não inflamável
- Corrosividade: Não corrosivo
- Formulação: Suspensão Concentrada (SC)
- Modo de Ação: Contato, Ingestão
- Agricultura Orgânica: Não autorizado
Como funciona o Revolux
- A bula do Revolux destaca que o produto atua por contato e ingestão, combinando dois mecanismos de ação complementares:
- Metoxifenozida atua como regulador de crescimento de insetos, interferindo no processo de muda e desenvolvimento das pragas.
- Espinetoram age no sistema nervoso, causando paralisia e morte rápida dos insetos.
- Essa associação garante maior eficácia no controle de lagartas e outras pragas importantes em diferentes culturas.
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Conclusão
O acesso à bula do Revolux é fundamental para assegurar o uso correto e eficiente do inseticida. A recomendação de um engenheiro agrônomo é essencial para definir doses adequadas, intervalos de aplicação e estratégias de rotação.
Além disso, o Revolux deve ser utilizado dentro de programas de Manejo Integrado de Pragas (MIP), alternando princípios ativos e associando boas práticas culturais. Essa abordagem ajuda a reduzir resistência, prolongar a eficácia e aumentar a sustentabilidade agrícola.