Bula do Samurai / Bushi / Waza-Ari CI: informações completas

A bula do Samurai / Bushi / Waza-Ari CI é indispensável para agricultores que buscam informações técnicas sobre este inseticida registrado no MAPA. Produzido pela Pilarquim, o produto contém Lambda-Cialotrina (250 g/L) em formulação de suspensão de encapsulado (CS), atuando por contato e ingestão no manejo de pragas.

Neste artigo, você encontrará os principais pontos da bula oficial, incluindo composição, classificação, modo de ação e recomendações de uso.

Dados Gerais

  • Nome Técnico: Lambda-Cialotrina
  • Registro MAPA: 2020
  • Empresa Registrante: Pilarquim

Composição do Produto

Ingrediente AtivoConcentração
Lambda-Cialotrina250 g/L

Classificação

CategoriaInformação
Técnica de AplicaçãoAérea, Terrestre
Classe AgronômicaInseticida
Classe Toxicológica3 – Produto moderadamente tóxico
Classe AmbientalII – Produto muito perigoso
InflamabilidadeNão inflamável
CorrosividadeNão corrosivo
FormulaçãoSuspensão de Encapsulado (CS)
Modo de AçãoContato, Ingestão
Agricultura OrgânicaNão autorizado

Como funciona o Samurai / Bushi / Waza-Ari CI

A bula destaca que a Lambda-Cialotrina é um piretroide com ação por contato e ingestão. Seu mecanismo de ação baseia-se na modulação dos canais de sódio nas membranas nervosas dos insetos, causando hiperexcitação, paralisia e morte. A tecnologia CS (encapsulada) contribui para liberação gradual, maior persistência e redução de odores.

O produto apresenta efeito de choque e boa ação residual, sendo indicado para o manejo de pragas em diferentes culturas, com melhor desempenho quando há boa cobertura de calda e aplicação no momento correto do ciclo das pragas.

📑 Se você deseja baixar a bula oficial do Samurai / Bushi / Waza-Ari CI, clique aqui.

Conclusão

O acesso à bula do Samurai / Bushi / Waza-Ari CI é essencial para garantir o uso seguro e eficiente do inseticida. A orientação de um engenheiro agrônomo é indispensável para definir doses, intervalos de aplicação e estratégias de manejo.

Além disso, recomenda-se inserir o produto em programas de Manejo Integrado de Pragas (MIP), alternando grupos químicos e associando medidas culturais e biológicas. Essa abordagem reduz o risco de resistência, amplia a eficácia e fortalece a sustentabilidade da produção agrícola.

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