Bula do Tagzole 250 EC CI: informações completas

A bula do Tagzole é fundamental para agricultores que necessitam de informações técnicas sobre este fungicida registrado no MAPA. Produzido pela Tagros, o produto contém Difenoconazol (250 g/L) em formulação de concentrado emulsionável (EC).

Com ação sistêmica, o Tagzole é indicado para o manejo de diversas doenças fúngicas, oferecendo proteção preventiva e curativa em diferentes culturas. Neste artigo, você encontrará os principais pontos da bula oficial, incluindo composição, classificação, modo de ação e recomendações de uso.

Dados Gerais

  • Nome Técnico: Difenoconazol
  • Registro MAPA: 3522
  • Empresa Registrante: Tagros

Composição do Produto

Ingrediente AtivoConcentração
Difenoconazol250 g/L

Classificação

CategoriaInformação
Técnica de AplicaçãoTerrestre / Aérea
Classe AgronômicaFungicida
Classe Toxicológica5 – Produto improvável de causar dano agudo
Classe AmbientalII – Produto muito perigoso
InflamabilidadeInflamável
CorrosividadeNão corrosivo
FormulaçãoConcentrado Emulsionável (EC)
Modo de AçãoSistêmico
Agricultura OrgânicaNão autorizado

Como funciona o Tagzole

A bula do Tagzole informa que o fungicida atua de forma sistêmica, sendo absorvido pelos tecidos da planta e redistribuído internamente. O ingrediente ativo Difenoconazol, pertencente ao grupo dos triazóis, age inibindo a biossíntese de ergosterol, essencial para a integridade das membranas celulares dos fungos.

Esse mecanismo de ação assegura controle efetivo de doenças foliares e de solo, proporcionando maior sanidade e produtividade às culturas.

📑 Se você deseja baixar a bula oficial do Tagzole, clique aqui.

Conclusão

O acesso à bula do Tagzole é indispensável para garantir o uso correto e seguro do fungicida. A recomendação de um engenheiro agrônomo é fundamental para ajustar doses, intervalos de aplicação e estratégias de manejo.

Além disso, o Tagzole deve ser utilizado dentro de programas de Manejo Integrado de Doenças (MID), associado à rotação de fungicidas com diferentes mecanismos de ação. Essa prática ajuda a reduzir resistência, prolongar a eficácia e promover maior sustentabilidade agrícola.

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