A bula do Trytor (também comercializado como Triclopir BR e Triclomais) é indispensável para agricultores que buscam informações técnicas sobre este herbicida registrado no MAPA. Produzido pela BRA, o produto contém Triclopir-butotílico (687 g/L), equivalente a 480 g/L de ácido de Triclopir-butotílico, em formulação de concentrado emulsionável (EC).
Com ação sistêmica e seletiva, o herbicida oferece eficiência no manejo de plantas daninhas de difícil controle. Neste artigo, você encontrará os principais pontos da bula oficial, como composição, classificação, modo de ação e recomendações de uso.
Dados Gerais
- Nome Técnico: Triclopir Butotílico
- Registro MAPA: 23721
- Empresa Registrante: BRA
Composição do Produto
| Ingrediente Ativo | Concentração |
|---|---|
| Triclopir-butotílico | 687 g/L |
| Equivalente ácido de Triclopir-butotílico | 480 g/L |
Classificação
| Categoria | Informação |
|---|---|
| Técnica de Aplicação | Terrestre / Aérea |
| Classe Agronômica | Herbicida |
| Classe Toxicológica | 4 – Produto Pouco Tóxico |
| Classe Ambiental | II – Produto muito perigoso |
| Inflamabilidade | Não inflamável |
| Corrosividade | Não corrosivo |
| Formulação | Concentrado Emulsionável (EC) |
| Modo de Ação | Seletivo, Sistêmico |
| Agricultura Orgânica | Não autorizado |
Como funciona o Trytor (Triclopir)
A bula do Trytor destaca que o herbicida possui ação sistêmica e seletiva, sendo absorvido pelas folhas e translocado até as raízes. Essa característica permite o controle eficiente de plantas daninhas lenhosas e de difícil erradicação, mantendo a sanidade e a produtividade das culturas.
📑 Se você deseja baixar a bula oficial do Trytor (Triclopir BR / Triclomais), clique aqui.
Conclusão
O acesso à bula do Trytor (Triclopir BR / Triclomais) é essencial para garantir o uso correto e seguro do herbicida. A recomendação de um engenheiro agrônomo é fundamental para definir doses, época de aplicação e estratégias de manejo.
Além disso, o produto deve ser utilizado dentro de programas de Manejo Integrado de Plantas Daninhas (MIPD), alternando princípios ativos e adotando práticas culturais. Essa integração contribui para evitar resistência, prolongar a eficácia do herbicida e fortalecer a sustentabilidade agrícola.
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