A bula do Antracol é indispensável para agricultores que necessitam de informações técnicas sobre este fungicida registrado no MAPA. Produzido pela Bayer, o produto contém Propinebe (700 g/kg) em formulação de pó molhável (WP), com ação por contato.
O Antracol é um produto tradicional no manejo de doenças em diferentes culturas, atuando como protetor e oferecendo segurança no controle preventivo.
Neste artigo, você encontrará os principais pontos da bula oficial, incluindo composição, classificação, modo de ação e indicações de uso.
Dados Gerais
- Nome Técnico: Propinebe
- Registro MAPA: 901
- Empresa Registrante: Bayer
Composição do Produto
- Propinebe: 700 g/kg
Classificação
- Técnica de Aplicação: Terrestre
- Classe Agronômica: Fungicida
- Classe Toxicológica: 5 – Produto improvável de causar dano agudo
- Classe Ambiental: IV – Produto pouco perigoso ao meio ambiente
- Inflamabilidade: Não inflamável
- Corrosividade: Corrosivo
- Formulação: Pó molhável (WP)
- Modo de Ação: Contato
- Agricultura Orgânica: Não autorizado
Indicações de Uso
A bula do Antracol indica sua aplicação no controle preventivo de doenças fúngicas em diversas culturas. Por atuar por contato, o fungicida forma uma barreira protetora sobre a superfície das folhas e frutos, impedindo a germinação e o desenvolvimento dos patógenos.
É amplamente utilizado em culturas como batata, tomate, cebola, café, frutíferas e hortaliças em geral, garantindo maior segurança fitossanitária nas fases mais críticas do ciclo produtivo.
Como funciona o Antracol
O Propinebe, ingrediente ativo do Antracol, pertence ao grupo dos ditiocarbamatos e atua inibindo enzimas essenciais ao desenvolvimento dos fungos. Por ser um fungicida de contato, seu uso preventivo é o mais eficiente, devendo ser aplicado antes da infecção para garantir proteção completa da lavoura.
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Conclusão
O acesso à bula do Antracol é fundamental para garantir o uso correto e seguro do fungicida. A recomendação de um engenheiro agrônomo é indispensável para definir doses, intervalos e momentos ideais de aplicação.
Além disso, o produto deve ser integrado em programas de Manejo Integrado de Doenças (MID), alternando fungicidas com diferentes modos de ação e adotando práticas culturais. Essa estratégia ajuda a reduzir o risco de resistência, prolongar a eficácia e fortalecer a sustentabilidade agrícola.