A bula do Kelper 400 SC CI reúne as principais informações técnicas deste herbicida seletivo à base de bispiribaque-sódico, registrado pela Crystal Agro. O produto é indicado para aplicações aéreas e terrestres, sendo utilizado no manejo de plantas daninhas em pós-emergência.
O Kelper 400 SC CI apresenta formulação em Suspensão Concentrada (SC), devendo ser diluído em água para preparo da calda e aplicação uniforme sobre a área infestada, conforme recomendação técnica.
Dados gerais do produto
- Nome técnico: Bispiribaque-sódico
- Registro MAPA: 24021
- Empresa registrante: Crystal Agro
Composição
| Ingrediente ativo | Concentração |
|---|---|
| Bispiribaque-sódico | 400 g/L |
Classificação
| Categoria | Descrição |
|---|---|
| Técnica de aplicação | Aérea, Terrestre |
| Classe agronômica | Herbicida |
| Classe toxicológica | 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo |
| Classe ambiental | III – Produto perigoso |
| Inflamabilidade | Não inflamável |
| Corrosividade | Não corrosivo |
| Formulação | Suspensão Concentrada (SC) |
| Modo de ação | Pós-emergência, Seletivo |
| Agricultura orgânica | Não |
Modo de ação
O Kelper 400 SC CI contém bispiribaque-sódico, herbicida que atua por inibição da enzima ALS (acetolactato sintase), essencial para a síntese de aminoácidos de cadeia ramificada nas plantas daninhas. Esse mecanismo interfere no crescimento celular, levando à paralisação do desenvolvimento das espécies sensíveis.
Indicado para aplicação em pós-emergência, o produto apresenta seletividade quando utilizado conforme recomendação técnica. Devido à classificação ambiental III, é fundamental seguir rigorosamente as orientações da bula e adotar estratégias de manejo de resistência para preservar a eficácia do ingrediente ativo.
Consulta da bula oficial
Para verificar culturas registradas, plantas daninhas controladas, doses recomendadas, intervalos de segurança e demais orientações técnicas, consulte o sistema Agrofit:
Consultar bula no Agrofit (MAPA)
Considerações finais
O Kelper 400 SC CI é uma ferramenta relevante no manejo integrado de plantas daninhas, contribuindo para a eficiência produtiva das culturas quando utilizado de forma técnica e responsável. Recomenda-se sempre o acompanhamento de um engenheiro agrônomo e a integração com práticas de rotação de mecanismos de ação.
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