Bula do Triclopir F Nortox CI: informações completas

A bula do Triclopir F Nortox é fundamental para agricultores que buscam informações sobre este herbicida registrado no MAPA. Produzido pela Nortox, o produto combina Fluroxipir-meptílico (115,3 g/L – equivalente a 80 g/L de ácido de Fluroxipir) e Triclopir-butotílico (333,8 g/L – equivalente a 240 g/L de ácido de Triclopir), em formulação de concentrado emulsionável (EC).
Com ação seletiva e sistêmica, o produto é indicado para o manejo de plantas daninhas em diferentes culturas agrícolas.
Neste artigo, você terá acesso às principais informações da bula oficial, incluindo composição, classificação, modo de ação e recomendações de uso.

Dados Gerais

  • Nome Técnico: Fluroxipir-meptílico; Triclopir-butotílico
  • Registro MAPA: 18120
  • Empresa Registrante: Nortox

Composição do Produto

  • Fluroxipir-meptílico: 115,3 g/L (equivalente a 80 g/L de ácido de Fluroxipir)
  • Triclopir-butotílico: 333,8 g/L (equivalente a 240 g/L de ácido de Triclopir)

Classificação

  • Técnica de Aplicação: Terrestre / Aérea
  • Classe Agronômica: Herbicida
  • Classe Toxicológica: 4 – Produto Pouco Tóxico
  • Classe Ambiental: III – Produto perigoso
  • Inflamabilidade: Não inflamável
  • Corrosividade: Não corrosivo
  • Formulação: Concentrado Emulsionável (EC)
  • Modo de Ação: Seletivo, Sistêmico
  • Agricultura Orgânica: Não autorizado

Como funciona o Triclopir F Nortox

A bula do Triclopir F Nortox destaca que o herbicida possui ação sistêmica e seletiva, sendo absorvido pelas folhas e redistribuído para toda a planta, inclusive raízes. Essa ação integrada dos dois princípios ativos proporciona maior eficácia no controle de plantas daninhas lenhosas e de difícil manejo.

📑 Se você deseja baixar a bula oficial do Triclopir F Nortox, clique aqui

Conclusão

O acesso à bula do Triclopir F Nortox é indispensável para garantir o uso correto e seguro do herbicida. A recomendação de um engenheiro agrônomo é essencial para orientar doses adequadas, épocas de aplicação e melhores práticas de manejo.
Além disso, o produto deve ser integrado em programas de Manejo Integrado de Plantas Daninhas (MIPD), alternando moléculas e combinando métodos culturais. Essa estratégia ajuda a reduzir o risco de resistência, prolongar a eficácia e contribuir para a sustentabilidade agrícola.

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